E se ninguém comprar seu livro? O medo real de todo autor!

Todo autor sente insegurança ao publicar. Saiba por que isso é normal e como construir uma trajetória literária mesmo em um mercado competitivo.

E se ninguém comprar seu livro?

A insegurança sobre o destino de um livro acompanha praticamente todo autor! Ela nasce do encontro entre expectativa, esforço criativo com um mercado editorial que nem sempre responde de forma previsível. Em vez de enxergar esse medo como fraqueza, que tal fazê-lo de grande aliado? Vem com a gente! 

A realidade do mercado editorial

O primeiro passo para lidar com a insegurança não é olhar números, mas entender o lugar que o livro ocupa hoje no mundo. Como assim? Sim, o livro ocupa um lugar e entendê-lo muda tudo! Publicar deixou de ser um rito raro e passou a ser um gesto cotidiano, pois nunca se escreveu tanto e se publicou tanto, nunca houve tanta gente tendo algo a dizer ao mesmo tempo. Isso não cria concorrência e o autor passa a disputar com outros livros, com telas, algoritmos, estímulos rápidos, excesso de informação e um modelo de atenção cada vez mais fragmentado. Nossa! Muita coisa, né? Então a questão passa a ser como usar a tecnologia para favorecer a escrita e a divulgação. 

Afinal, nesse cenário atual a insegurança provinda vem do medo de “não vender” fica ainda mais forte com a sensação de invisibilidade. O medo de escrever algo que simplesmente passe sem deixar rastro. O autor que entende o funcionamento do mercado percebe que precisa transformar o livro em discurso contínuo. Ele passa a escrever para publicar e para existir no imaginário do leitor, para isso, é preciso parar de esperar o leitor vir e construir o caminho até ele. 

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Quando o livro não vende, a mente não lê “mercado difícil”, “disputa de atenção”, “excesso de oferta”. Ela lê: “meu texto não presta”, “ninguém se importa”, “não sou bom o suficiente”. É aí que a insegurança vira corrosiva, porque ela deixa de ser profissional e passa a ser identitária. O livro falha, e o autor sente o fracasso. Acontece que vender pouco não é sinônimo de irrelevância! É, muitas vezes, apenas a consequência natural de publicar em um ambiente onde a visibilidade é construída.

É por isso que a gente sempre fala sobre ter uma presença ativa nas redes sociais e construir um espaço para que os leitores possam te conhecer. O autor que aceita que vendas são consequência de relação, começa a agir de forma diferente, sabe que o resultado não é imediato, é cumulativo. A insegurança perde força quando o autor entende que não está apostando tudo em um único livro, mas estruturando uma trajetória.

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Não se trata de se transformar em vendedor, mas ter estratégia e entender o momento atual e suas circunstâncias de divulgação. Não adianta esperar que a editora faça todo o trabalho, essa máxima não existe, o autor precisa criar uma base sólida para fazer circular o seu nome, ainda que escrava sob um pseudônimo ou mesmo não queira aparecer diretamente nas redes sociais. O processo de um autor precisa de visibilidade e criar uma estratégia para isso faz parte do processo criativo, assim você deixa de se sentir refém do mercado. O livro continua sendo arte, mas a carreira passa a ser construção consciente. 

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O papel do autor diante da incerteza

A insegurança não desaparece quando o livro vende, ela só muda de forma. Depois do primeiro livro, o medo passa a ser o segundo. Depois do segundo, o terceiro. Como autor, você precisa saber que a literatura não oferece estabilidade emocional, porque escrever é se expor ao risco. O que você não pode fazer é acreditar que ela é sinal de fracasso. Anote isso e nunca se esqueça! 

Lembre-se também de que nenhum livro carrega sozinho o peso de uma carreira. Um livro não define uma trajetória, assim como uma baixa venda não define um escrito!  O que constrói relevância é a insistência em continuar escrevendo, publicando e ocupando espaço, mesmo quando os resultados não são imediatos. É preciso construir uma rede ativa para se mostrar e evidenciar o seu trabalho. 

Quando essa lógica se torna clara, o medo deixa de ser paralisante e passa a ser estratégico. Você para de perguntar se o livro vai vender e começa a pensar como quer existir no mundo literário. Nesse ponto, publicar deixa de ser um ato de esperança e passa a ser um projeto consciente. Entende a mudança?

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É justamente por isso que a autopublicação se torna uma ferramenta de poder, pois publicar com autonomia significa não depender da validação de terceiros para existir como autor. A UICLAP permite que o escritor publique sem contratos de exclusividade, sem tiragem obrigatória e sem custos, sim, você não paga absolutamente NADA para publicar o seu trabalho em tempo real, e isso transforma o livro em uma decisão própria, sem depender da concessão do mercado.

No fim, a pergunta nunca foi “meu livro vai vender?”. A pergunta real é: você está disposto a sustentar sua voz mesmo quando o mercado não responde imediatamente? Porque, na literatura, vence quem permanece. E permanecer, hoje, é um ato de coragem. Assim como publicar sem medo de ser feliz!