Por que guardamos nossas partes quebradas?

Por que guardamos nossas partes quebradas?

Existem coisas que não jogamos fora.

Uma fotografia antiga. Um bilhete esquecido. Uma mensagem que já não faz sentido. Uma lembrança que continua morando dentro da gente muito depois de a história terminar.

Com sentimentos acontece a mesma coisa.

Todos nós carregamos um armário invisível. Um lugar onde guardamos versões antigas de quem fomos. Sonhos que não aconteceram. Pessoas que partiram. Palavras que nunca tivemos coragem de dizer.

Foi desse lugar que nasceu O Armário Onde Guardei Minhas Partes Quebradas.

Um livro para quem ainda sabe sentir

Vivemos em uma época acelerada.

Tudo precisa ser rápido. Superado. Resolvido.

Mas algumas experiências não funcionam assim.

Algumas dores precisam ser compreendidas antes de serem deixadas para trás. Algumas memórias precisam ser revisitadas. Algumas perguntas não existem para serem respondidas, mas para serem habitadas.

Este livro é um convite para esse encontro. Não com respostas prontas. Mas com sentimentos reais.

O que você encontrará dentro deste armário?

O livro reúne uma antologia ilustrada de contos epifânicos.

Cada texto funciona como uma gaveta.

Ao abrir uma delas, o leitor encontra reflexões sobre amor, ausência, memória, crescimento, despedidas, recomeços e tudo aquilo que nos transforma ao longo da vida.

São histórias curtas. Mas que permanecem.

Histórias que muitas vezes falam menos sobre personagens e mais sobre aquilo que reconhecemos em nós mesmos.

Literatura que conversa com a experiência humana

Mais do que contar histórias, a proposta do livro é criar identificação.

Em algum momento da vida, todos nós tentamos colar partes quebradas usando esperança, silêncio ou tempo.

Nem sempre funciona.