Entre o ontem e o hoje: O que perdemos ao deixar de escrever cartas?
Você já parou para observar o mundo hoje?
Tudo vibra no bolso. Tudo exige uma resposta imediata. Vivemos a era da ansiedade do “visualizado e não respondido”. “As Cartas Que O Enviei: Entre Palavras e o Tempo” nasceu justamente de uma pausa.
Surgiu em um dado momento, quando me permiti apenas observar. Olhei para a nossa sociedade atual. Depois, olhei para trás. Percebi que, ao ganharmos velocidade na comunicação, perdemos algo valioso. A profundidade da espera.
O contraste entre o ontem e o hoje
Antigamente, o amor e a saudade tinham outro ritmo. Uma carta demorava dias ou semanas para chegar. Havia o tempo de escrever à mão, o tempo de postar, o tempo de esperar. Nesse intervalo, o sentimento amadurecia.
Hoje, digitamos e enviamos sem pensar. O livro explora esse abismo entre as gerações. Ele traz à tona as palavras que precisam de tempo para serem digeridas. Fala sobre o silêncio que existe mesmo quando estamos conectados 24 horas por dia.
O que você vai encontrar nestas páginas
Não escrevi este livro como um grave estudo da sociedade. Escrevi como alguém que sente falta de significados reais. Aqui, você encontrará correspondências que nunca chegaram ao destino.
São textos que falam sobre o amor que fica suspenso. Sobre as coisas que gostaríamos de ter dito, mas o momento passou. É uma leitura fluida, mas que pede calma. Cada carta é um convite para olhar para dentro de si mesmo.
Por que a leitura é necessária?
A sociedade moderna nos ensina a descartar. Descartamos objetos, momentos e até relações com um deslize de dedo na tela. Este livro vai na contramão disso. Ele convida você a segurar o sentimento. A valorizar a permanência. Leia se você sente que o mundo está rápido demais.
Leia se você quer entender o que a sociedade antiga sabia sobre o amor e que nós estamos esquecendo. “As Cartas Que O Enviei” não é apenas sobre o passado. É sobre como podemos viver com mais intensidade o agora.
Um convite para desacelerar
Muitos leitores já aceitaram esse convite. Eles descobriram que não estão sozinhos em seus silêncios. Agora, convido você. Desligue as notificações por alguns instantes. Permita-se abrir este livro. Descubra o peso e a leveza das palavras que o tempo tentou apagar, mas que as cartas eternizaram.
