Do eu te amo em 72 horas ao pedido de PIX: como eu caí no papo do golpista do amor e fui vítima de um love bombing

Do eu te amo em 72 horas ao pedido de PIX: como eu caí no papo do golpista do amor e fui vítima de um love bombing

Se você é uma mulher independente, com a carreira consolidada e as contas em dia, mas que, às vezes, se pega navegando no paradoxo entre a liberdade e a solidão, este livro foi escrito para você.

Em Love Bombing, eu transformo minha própria jornada em um relato cru, irônico e visceral sobre como até mesmo a mulher mais bem-sucedida pode cair no terreno movediço de uma tática de sedução predatória: o love bombing.

Prepare-se para um turbilhão de emoções, desde o primeiro encontro que parecia curar a alma até as promessas de "eu te amo" lançadas em apenas três dias de conversa.

O Golpe do "Eu Te Amo" em 72 Horas

Eu me vi iludida por um homem que trazia referências afiadas, cantava e se dizia interessado em casamento e fé, usando a teoria de que o amor é uma decisão, e não um sentimento, para me fisgar. Tudo isso enquanto escondia mentiras infinitas, e o real interesse em usar minha confiança e meu saldo bancário para quitar suas dívidas.

O livro é um espelho para todas que já se encantaram por palavras bonitas e gestos grandiosos, apenas para descobrir que o príncipe encantado tinha segredos, faltas e uma completa indisponibilidade emocional.

Por Que Você Vai se Reconhecer Nesta História?

Mais do que um desabafo pessoal, Love Bombing é um convite à reflexão e, por que não, à gargalhada nervosa. Você vai acompanhar o carrossel de emoções de quem, mesmo sabendo de todos os sinais de alerta (do Pix pedido ousadamente ao livro devocional "casual" deixado sobre a cama) ainda se permitiu acreditar na magia de um "e se...?".

O livro é um brinde à resiliência. É sobre a dor da traição, a raiva por ter entregado "ouro a um porco", mas, principalmente, sobre a coragem de se reerguer. É a lição, talhada "a ferro e fogo", de que precisamos de um amor que some, que nos ajude com os problemas e que seja um aconchego, e não um peso a ser carregado.

Se você já foi vítima de um "tsunami de sentimentos irreais" e está na jornada de se reencontrar e investir em sua autocura, junte-se a mim.

Ao final, fica a certeza:

Você não tem culpa de ter sido vítima. Sua vulnerabilidade não é um convite para o abuso, mas um laço de confiança que deve ser oferecido a quem souber honrá-lo.

Que a sua leitura de Love Bombing seja um passo decisivo no caminho da cura interior, para que você se fortaleça e siga em frente, linda e cheirosa, sabendo que quem perdeu o diamante rosa foi ele.

Boa leitura. Que você se reconheça, se divirta e, acima de tudo, se fortaleça.