A Engenharia da Consciência: o que a Maçonaria faz com quem a vive
Leandro Dotti conta por que escreveu um livro sobre o que o rito produz dentro de cada pessoa.
Uma pergunta que não saía da cabeça
Depois de anos de Loja, Leandro Dotti sabia explicar o significado de cada símbolo e de cada alegoria do Templo. Mesmo assim, uma pergunta continuava sem resposta: o que tudo isso está fazendo comigo? O que está mudando na minha vida? Foi dessa inquietação que nasceu A Engenharia da Consciência: o método iniciático da Maçonaria através do Rito Moderno.
Do Templo para a vida
Desde a primeira sessão, o maçom é estimulado a estudar símbolos, pesquisar origens e apresentar trabalhos. Poucas Lojas, porém, estimulam o Irmão a olhar o resultado da Maçonaria fora do Templo. O livro propõe exatamente isso. A pergunta central não é o que o símbolo significa. É o que acontece quando um homem vive aquele símbolo no dia a dia.
História, filosofia e ciência
Com foco no Rito Moderno, a obra aproxima história, filosofia, psicologia e ciências cognitivas. Ela examina a atenção, a memória, os hábitos, a identidade e a responsabilidade moral. O Iluminismo, o Régulateur de 1801, a liberdade de consciência e a pedagogia da ausência fazem parte do percurso. São 10 capítulos, que vão do problema da consciência até a pergunta que fica depois da última página.
Os limites do método
O autor também é honesto sobre o que o rito não faz. Participar de cerimônias e conhecer os símbolos não garante transformação. O rito oferece a arquitetura e os instrumentos, mas não obriga ninguém a usá-los. O valor da experiência iniciática aparece nas escolhas e nas atitudes que atravessam a porta do Templo.
Para quem é o livro
O livro foi escrito para maçons de qualquer rito, para estudiosos do Rito Moderno e para leitores interessados em simbolismo, filosofia e formação humana.
Sobre o autor
Leandro Dotti é Grande Secretário-Adjunto do Supremo Conselho do Rito Moderno e criador do canal Papo Maçom, que tem milhares de inscritos e mais de 8 milhões de visualizações. O livro é resultado de mais de cinco anos de pesquisa e tem prefácio de Edson Carlos Miranda Monteiro, Soberano Grande Inspetor Geral.
"Foi escrita porque continuo acreditando que a verdadeira iniciação não se mede pela quantidade de símbolos que somos capazes de explicar, pelos títulos que acumulamos ou pelos lugares que ocupamos. Mede-se pela qualidade do ser humano que nos tornamos ao longo do caminho." (trecho de A Engenharia da Consciência).
